“AS MARCAS DA HISTÓRIA FAMILIAR.”

Se todos os conflitos sofridos podem ser encontrados no corpo, segundo Grojean e Benini, precursores da Microfisioterapia, então esse corpo é o reflexo de tudo que vivemos. E se, quando nascemos já temos o registro de uma boa parte do que viveram nossos ancestrais, podemos encontrar esse caminho mais harmônico acessando esses campos onde ficam registradas essas memórias.

Vida, mãe e dinheiro são coisas equivalentes já que são energias de agradecimento e criatividade que permitem a manutenção da vida.

Para mim esse conflito programante, ao qual se refere Hammer pode estar no nosso Sistema Familiar já que é a primeira dificuldade. Depois passamos por situações que nos reportam à emoção que gerou o conflito (são os acumulados – não tem número nem tempo certo) e ai, uma situação dispara a dor (desencadeante). Para obter a cura ou sanação temos que encontrar o Conflito Programante.

Para mim esse conflito programante, ao qual se refere Hammer pode estar no nosso Sistema Familiar já que é a primeira dificuldade. Depois passamos por situações que nos reportam à emoção que gerou o conflito (são os acumulados – não tem número nem tempo certo) e ai, uma situação dispara a dor (desencadeante). Para obter a cura ou sanação temos que encontrar o Conflito Programante.

Mas, pra que eu sinto dor?

Doenças aparecem para colocar um holofote sobre fidelidades infantis e identificações com nossos ancestrais. Estão sempre ligadas a um excluído do Sistema, e nos mostram um sofrimento psíquico ou moral pessoal ou recebido, não expressado, não reconhecido ou reprimido. É um movimento do espírito para curar a consciência familiar levando a pessoas a reconciliação com esse(s) excluído(s).

“A dor é um ponto por onde a luz entra para que possamos olhar para os problemas”.

E o que é um excluído?

Alguém que não ficou; que não pode ser olhado e visto: mortos em tragédias, abortos, filhos fora do casamento, gestações fora das convenções, assassinos, abusadores, infratores, relacionamentos extraconjugais e tantas coisas que interferem no Sistema, mas que as pessoas têm dificuldades em dizer: “Sim, é assim”.

Quando temos um excluído temos também uma desordem que se reflete na geração que nasce, mesmo não se tendo consciência disto. Doenças, de forma geral, são dificuldades que nos possibilitam olhar para essa(s) desordem(s). Ao assentir a tudo como é, dar um lugar aos excluídos, tomar seu lugar, e a seus pais no coração, ser grato e honrar a todos de seu Sistema, pois através deles chegamos até onde estamos, caminhamos para a melhora.

A causa das coisas não esta onde olhamos. As dores servem para nos fazer olhar além delas.

Trazemos em nós todas as informações do Sistema Familiar ao qual pertencemos através do DNA, sangue, através das histórias que escutamos e das que ficaram escondidas como um segredo já que estão impregnadas no Campo Morfogenético, das sensações e emoções despertadas pelas experiências de todo um Sistema Familiar.

Continua

Fonte: Ciomara Novo – Fisioterapeuta e Consteladora.